Pro Rosemary
sábado, 11 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Estrarégias de Leitura em inglês
COPIEI ESSE TEXTO DO BLOG DA PROFESSORA MARLEI, POIS ACHEI MUITO INTERESSANTE E ÚTIL.
http://estudaringlesnoexterior.blogspot.com/2011/03/o-papel-do-porfessor-no-processo-de.html
http://estudaringlesnoexterior.blogspot.com/2011/03/o-papel-do-porfessor-no-processo-de.html
ESTRATÉGIAS DE LEITURA E COMPREENSÃO DE TEXTOS EM LÍNGUA INGLESA
As Estratégias de leitura são recursos aplicáveis que têm como proposta primordial facilitar a compreensão de textos em língua inglesa ou em qualquer outra língua. Neste artigo, o alvo será a língua inglesa, principalmente para alunos com um nível de conhecimento lingüístico restrito na língua, que, por terem um vocabulário reduzido, sentem dificuldades extremas ao analisar um texto redigido na mesma, seja ele curto ou mais extenso.
A leitura em língua estrangeira vem sendo trabalhada na sala de aula desde meados do século XVIII, através do método de grammar translation, onde predominam as atividades de tradução literal, com a necessidade de o aluno decorar regras gramaticais e vocabulário desta LE (Língua Estrangeira). Porém, é certo que este método ocupa muito tempo do aluno e por muitas vezes não apresenta um resultado satisfatório, já que no inglês, como em todas as línguas, o sentido da palavra depende do contexto no qual ela está inserida. Desta forma, a melhor maneira para se tornar apto à leitura de textos em LE não é “decorando” vocabulário e regras gramaticais, mas sim lendo frequentemente. Aprende-se a ler, lendo muito, porém, leitura extensa não é a ênfase da maioria dos currículos escolares. Segundo GRABE (2002), “há agora uma considerável evidência de que a melhor forma de aprender a ler (opondo-se à tradução ou estudo) é através da leitura extensa.”
Diante do contexto exposto,
As Estratégias de leitura apresentam papel fundamental na interpretação e compreensão de textos, pois fazem com que os estudantes aumentem o nível de consciência sobre as idéias principais em um texto e possibilitam a exploração e a organização do mesmo. (GRABE, 2002)
A cada dia mais, é cobrado do indivíduo o desenvolvimento de várias competências e entre elas, uma que possui um grande destaque é, sem dúvida, a aprendizagem de uma segunda língua, destacando-se nesta modalidade, a língua inglesa, por ser a língua que se sobressai universalmente em setores como: economia, política, ciência, tecnologia, informática, entre outros.
Atualmente, o aprendizado de uma segunda língua é de suma importância, pois através dela torna-se possível um contato com novas culturas e novos conhecimentos. Dessa forma, uma aula de LE deve possibilitar ao aluno mais que o aprendizado de um código lingüístico, ela deve proporcionar também uma oportunidade de conhecer outras culturas e outras realidades. (ALMEIDA FILHO, 1993)
Neste contexto, o desenvolvimento da habilidade de leitura de textos em língua inglesa, para qualquer proposição, oferece a possibilidade de aumentar a gama de conhecimentos de cada um. Por isto, a leitura configura-se como uma habilidade que recebe uma atenção especial dos alunos, já que estes têm por objetivos, nem sempre desenvolver uma proficiência na língua-alvo, mas sim se tornarem aptos a ler textos neste idioma, seja por lazer, trabalho ou estudo.
Atualmente, para a maioria dos estudantes, aprender inglês não é um fim em si mesmo, pois se constitui em uma forma de adquirir conhecimentos acerca de diversos assuntos. Sendo assim, desenvolver estratégias de leitura é de grande ajuda aos estudantes, pois é necessário que eles, em algum ponto da vida acadêmica, passem do patamar onde aprendem a ler para um nível onde lêem para aprender. (MEDINA, 1998, GRABE, 2002)
Vale destacar que um dos aspectos relevantes para que a tarefa de ensino tenha sucesso é que o uso e/ou a forma da língua em foco estejam contextualizados. Somente sabendo para que serve determinada expressão ou estrutura linguística, em que situação utilizá-la e praticando é que os alunos poderão atribuir sentido ao que está sendo exposto.
3. ESTRATÉGIAS DE LEITURA
3.1 Scanning
Habilidade de localizar informações específicas o mais rápido possível em um texto, sem recorrer à leitura linear do mesmo. É, portanto, uma leitura rápida em que os olhos do leitor percorrem o texto somente para descobrir o que lhe interessa.
3.2 Palavras Cognatas/Transparentes
Palavras semelhantes ou parecidas na escrita e pronúncia com palavras no português. Estas palavras auxiliam muito o aluno no entendimento do texto em inglês, pois fica fácil para ele deduzir o seu sentido devido à semelhança. A presença de palavras cognatas em um texto em língua inglesa é constante, já que grande parte do vocabulário desta língua é de origem latina. Há ainda os falsos cognatos que podem confundir os alunos por não significarem aquilo que parecem significar, mas esse tipo de ocorrência não chega a atingir 1% (um por cento) das palavras cognatas, ou seja, pode-se confiar na semelhança.
3.3 Palavras Repetidas
Palavras que aparecem mais de uma vez no texto e que, pela sua repetição, tornam-se relevantes para o entendimento textual. Vale ressaltar que se deve considerar como palavras repetidas apenas o substantivo, o adjetivo e o verbo, pois são palavras com uma carga semântica muito forte e, se analisadas, ajudarão o aluno na compreensão do texto.
3.4 Informações não-verbais
São destaques gráficos que o autor coloca no texto para chamar a atenção do leitor e, se este voltar sua atenção para esses destaques, terá uma maior facilidade para entender o assunto do texto. As Informações não-verbais mais comuns são: título, subtítulo, parágrafos, fotos, gravuras, números, tabelas, gráficos, letras maiúsculas. Palavras em negrito, itálico, sublinhadas, entre outras.
É importante que os leitores prestem atenção em coisas tais como título, letras em negrito ou itálico, palavras sublinhadas, divisões do texto, parágrafos marcados ou discriminados em forma de itens, informações não-verbais no texto tais como gráficos, figuras, mapas ilustrados, origem do texto, do autor e idéia de quando este texto foi escrito, pois assim a interpretação e compreensão do texto tornam-se mais fáceis. (MAXWELL e MARTINS, 2000)
3.5 Palavras-chave
Palavras essenciais dentro do contexto que identificadas, ajudarão a explorar a redundância e demonstrarão que meaning (sentido, significado) pode ser percebido, mesmo quando não se entende todas as palavras existentes em um texto. Como exemplo, um texto que fale sobre ÁGUA, deve apresentar palavras-chave que estejam relacionadas com o assunto como: clima, chuva, condições atmosféricas, nuvens, racionamento, poluição, etc.
3.6 Prediction (Predizer, predição)
Atividade pela qual o leitor é levado a predizer, inferir ou adivinhar o conteúdo de um texto através do título ou de outros elementos tipográficos, como ilustrações, por exemplo. Sendo uma atividade do tipo pré-leitura, a Prediction contribui para estimular o interesse e a curiosidade do leitor pelo conteúdo de um texto que o tópico sugere. Assim, pode-se recorrer aos seguintes recursos:
3.6.1 Conhecimento prévio sobre o assunto
É o conhecimento que o leitor já possui sobre o assunto do texto antes de lê-lo. Envolve a experiência do leitor. Por exemplo: “Atoms can be divided into smaller particles called neutrons and electrons. The proton has a positive charge of electricity and the electron has a negative charge.” No texto acima, fica fácil o aluno deduzir o seu conteúdo se ele já tiver um conhecimento prévio sobre o que seja “átomo”.
3.6.2 Contexto semântico
É o contexto imediato no qual a palavra está inserida. Pelo contexto, o aluno identificará o significado da palavra desconhecida. Se o aluno consultar o texto exemplificado em 3.5.1, fica fácil de ele identificar o significado da palavra charge já que no contexto aparecem palavras como proton, electron, positive, negative, electricity, que ajudam a deduzir que o seu significado é carga.
3.6.3 Contexto lingüístico
Incorpora “pistas gramaticais” que facilitam a identificação da classe gramatical de palavras no texto. O leitor identificará a classe gramatical de palavras no texto atentando para a localização das palavras no contexto no qual estão inseridas, por exemplo. A identificação da classe de palavras ajuda na compreensão do texto, principalmente o substantivo, o adjetivo e o verbo.
3.7 Skimming
Técnica de leitura rápida onde o aluno procura identificar a(s) idéia(s) principal(is) do texto. Para alcançar isso, ele pode recorrer às palavras cognatas, repetidas, informações não-verbais, etc. “Uma leitura eficiente em LE parte do pressuposto de que o leitor inicie a leitura a partir de uma compreensão global do sentido do texto, não se preocupando em entender todas as palavras do mesmo.” (RICHARDS, 1990).
sexta-feira, 20 de maio de 2011
verbos Regulares Past tense
Vocês já estudaram estes verbos ,vimos os verbos irregulares ( aqueles que precisam do auxílio da famosa "tabela" de verbos). Então viram que tais verbos (regulares) não tem segredos: basta verificar que os verbos terminam com - ED/ -D / -IED
Hoje faremos a seguinte atividade: acessaremos DOIS SITES com alguns exercícios sobre estes verbos.
A correção das respostas é feita no próprio site e vocês tem que ficar atento aos comandos:
check - depois de responder, clique neste botão para ver seu índice de acertos.
show answers - mostra as respostas corretas do exercício. Caso você tenha errado alguma questão, clique neste botão.
ACESSE OS SITES PARA OS EXERCÍCIOS:
SITE EXERCÍCIO 1 - basta completar os verbos com a forma regular ( -ed/-d/-ied);
SITE EXERCÍCIO 2 - complete os espaços com a forma regular dos verbos entre parênteses.
Ao final ds exercícios, clique logo abaixo em "comentários" e digite qual foi o seu percentual de acertos nas atividades e o que achou do assunto ( se é fácil, difícil, etc)
Hoje faremos a seguinte atividade: acessaremos DOIS SITES com alguns exercícios sobre estes verbos.
A correção das respostas é feita no próprio site e vocês tem que ficar atento aos comandos:
ACESSE OS SITES PARA OS EXERCÍCIOS:
SITE EXERCÍCIO 1 - basta completar os verbos com a forma regular ( -ed/-d/-ied);
SITE EXERCÍCIO 2 - complete os espaços com a forma regular dos verbos entre parênteses.
Ao final ds exercícios, clique logo abaixo em "comentários" e digite qual foi o seu percentual de acertos nas atividades e o que achou do assunto ( se é fácil, difícil, etc)
terça-feira, 17 de maio de 2011
Atividade prefixos e sufixos
Conhecer tais elementos ( prefixos e sufixos) é um auxílio muito grande para interpretar textos um pouco mais complicados e com alguns termos técnicos que podem aparecer, sem contar na expansão do vocabulário.
Estes elementos são muito comuns. Confira a música UNBREAK MY HEART, de Tony Braxton.
Reparou como a música contém, em sua letra, algumas palavras com o prefixo –UN? Então, a tarefa de vocês será:
1- Selecionar estas palavras com prefixo –UN encontradas na letra da música;
2- Procure traduzir as frases onde estas palavras foram encontradas. Atenção: não se preocupe em traduzir a palavra com seu significado LITERAL, mas procure dar uma interpretação para que a frase possua coerência.
As respostas, é claro, nos "comentários".
Estes elementos são muito comuns. Confira a música UNBREAK MY HEART, de Tony Braxton.
Reparou como a música contém, em sua letra, algumas palavras com o prefixo –UN? Então, a tarefa de vocês será:
1- Selecionar estas palavras com prefixo –UN encontradas na letra da música;
2- Procure traduzir as frases onde estas palavras foram encontradas. Atenção: não se preocupe em traduzir a palavra com seu significado LITERAL, mas procure dar uma interpretação para que a frase possua coerência.
As respostas, é claro, nos "comentários".
Tipos de argumentos
. Argumento de Autoridade: a conclusão se sustenta pela citação de uma fonte confiável, que pode ser um especialista no assunto ou dados de instituição de pesquisa, uma frase dita por alguém, líder ou político, algum artista famoso ou algum pensador, enfim, uma autoridade no assunto abordado. A citação pode auxiliar e deixar consistente a tese.
Não se esqueça de que a frase citada deve vir entre aspas. Veja:
O cinema nacional conquistou nos últimos anos qualidade e faturamento nunca vistos antes. “Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça” - a famosa frase-conceito do diretor Gláuber Rocha – virou uma fórmula eficiente para explicar os R$ 130 milhões que o cinema brasileiro faturou no ano passado. (Adaptado de Época, 14/04/2004)
2. Argumento por Causa e Conseqüência: para comprovar uma tese, você pode buscar as relações de causa (os motivos, os porquês) e de conseqüência (os efeitos). Observe:
Ao se desesperar num questionamentoem São Paulo , daqueles em que o automóvel não se move nem quando o sinal está verde, o indivíduo deve saber que, por trás de sua irritação crônica e cotidiana, está uma monumental ignorância histórica.
São Paulo só chegou a esse caos porque um seleto grupo de dirigentes decidiu, no início do século, que não deveríamos ter metrô. Como cresce dia a dia o número de veículos, a tendência é piorar ainda mais o congestionamento – o que leva técnicos a preverem como inevitável a implantação de perigos. (Adaptado de Folha de S. Paulo. 01/10/2000)
3. Argumento de Exemplificação ou Ilustração: a exemplificação consiste no relato de um pequeno fato (real ou fictício). Esse recurso argumentativo é amplamente usado quando a tese defendida é muito teórica e carece de esclarecimentos com mais dados concretos. Veja o texto abaixo:
A condescendência com que os brasileiros têm convivido com a corrupção não é propriamente algo que fale bem de nosso caráter. Conviver e condescender com a corrupção não é, contudo, praticá-la, como queria um líder empresarial que assegurava sermos todos corruptos.
Somos mesmo?
Um rápido olhar sobre nossas práticas cotidianas registra a amplitude e a profundidade da corrupção, em várias intensidades.
Há a pequena corrupção, cotidiana e muito difundida. É, por exemplo, a da secretária da repartição pública que engorda seu salário datilografando trabalhos “para fora”, utilizando máquina, papel e tempo que deveriam servir à instituição. Os chefes justificam esses pequenos desvios com a alegação de que os salários públicos são baixos. Assim, estabelece-se um pacto: o chefe não luta por melhores salários de seus funcionários, enquanto estes, por sua vez, não “funcionam”. O outro exemplo é o do policial que entra na padaria do bairro em que faz ronda e toma de graça um café com coxinha. Em troca, garante proteção extra ao estabelecimento comercial, o que inclui, eventualmente, a liquidação física de algum ladrão pé-de-chinelo. (Jaime Pinksky/Luzia Nagib Eluf.. Brasileiro(a) é Assim Mesmo, Ed.Contexto)
4. Argumento de Provas Concretas ou Princípio: ao empregarmos os argumentos baseados em provas concretas, buscamos evidenciar nossa tese por meio de informações concretas, extraídas da realidade. Podem ser usados dados estatísticos ou falsos ou fatos notórios (de domínio público).
São expedientes bem eficientes, pois, diante de fatos, não há o que questionar...
No caso do Brasil, homicídios estão assumindo uma dimensão terrivelmente grave. De acordo com os mais recentes dados divulgados pelo IBGE, sua taxa mais que dobrou ao longo dos últimos 20 anos, tendo chegado à absurda cifra anual de 27 por mil habitantes. Entre homens jovens (de15 a 24 anos), o índice sobe a incríveis 95,6 por mil habitantes. (Folha de S. Paulo. 14/04/2004)
Não se esqueça de que a frase citada deve vir entre aspas. Veja:
O cinema nacional conquistou nos últimos anos qualidade e faturamento nunca vistos antes. “Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça” - a famosa frase-conceito do diretor Gláuber Rocha – virou uma fórmula eficiente para explicar os R$ 130 milhões que o cinema brasileiro faturou no ano passado. (Adaptado de Época, 14/04/2004)
2. Argumento por Causa e Conseqüência: para comprovar uma tese, você pode buscar as relações de causa (os motivos, os porquês) e de conseqüência (os efeitos). Observe:
Ao se desesperar num questionamento
São Paulo só chegou a esse caos porque um seleto grupo de dirigentes decidiu, no início do século, que não deveríamos ter metrô. Como cresce dia a dia o número de veículos, a tendência é piorar ainda mais o congestionamento – o que leva técnicos a preverem como inevitável a implantação de perigos. (Adaptado de Folha de S. Paulo. 01/10/2000)
3. Argumento de Exemplificação ou Ilustração: a exemplificação consiste no relato de um pequeno fato (real ou fictício). Esse recurso argumentativo é amplamente usado quando a tese defendida é muito teórica e carece de esclarecimentos com mais dados concretos. Veja o texto abaixo:
A condescendência com que os brasileiros têm convivido com a corrupção não é propriamente algo que fale bem de nosso caráter. Conviver e condescender com a corrupção não é, contudo, praticá-la, como queria um líder empresarial que assegurava sermos todos corruptos.
Somos mesmo?
Um rápido olhar sobre nossas práticas cotidianas registra a amplitude e a profundidade da corrupção, em várias intensidades.
Há a pequena corrupção, cotidiana e muito difundida. É, por exemplo, a da secretária da repartição pública que engorda seu salário datilografando trabalhos “para fora”, utilizando máquina, papel e tempo que deveriam servir à instituição. Os chefes justificam esses pequenos desvios com a alegação de que os salários públicos são baixos. Assim, estabelece-se um pacto: o chefe não luta por melhores salários de seus funcionários, enquanto estes, por sua vez, não “funcionam”. O outro exemplo é o do policial que entra na padaria do bairro em que faz ronda e toma de graça um café com coxinha. Em troca, garante proteção extra ao estabelecimento comercial, o que inclui, eventualmente, a liquidação física de algum ladrão pé-de-chinelo. (Jaime Pinksky/Luzia Nagib Eluf.. Brasileiro(a) é Assim Mesmo, Ed.Contexto)
4. Argumento de Provas Concretas ou Princípio: ao empregarmos os argumentos baseados em provas concretas, buscamos evidenciar nossa tese por meio de informações concretas, extraídas da realidade. Podem ser usados dados estatísticos ou falsos ou fatos notórios (de domínio público).
São expedientes bem eficientes, pois, diante de fatos, não há o que questionar...
No caso do Brasil, homicídios estão assumindo uma dimensão terrivelmente grave. De acordo com os mais recentes dados divulgados pelo IBGE, sua taxa mais que dobrou ao longo dos últimos 20 anos, tendo chegado à absurda cifra anual de 27 por mil habitantes. Entre homens jovens (de
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Revisão e atividade verbos irregulares Past tense
Olá, pessoal.
Complicou? Então repare:
TO WIN (ganhar,vencer) - verbo no infinitivo >>>>>>>> WON - forma irregular de "to win".
Escolha um dos links e tente fazer o exercícios, após a realização deixe um coméntario falando do seu desempenho.
Continuando com o SIMPLE PAST, revisaremos os chamados VERBOS IRREGULARES.
O que são os verbos irregulares?
Você se lembra que os verbos regulares do Simple Past são aqueles que terminam em -ED ou -D (lembre-se da regra dos verbos terminados em -E). Pois bem, os VERBOS IRREGULARES são aqueles que tem uma forma diferente ou mesmo igual ao infinitivo ( à sua forma original).
Complicou? Então repare:
TO GO (ir) - verbo no infinitivo >>>>>> WENT - forma irregular de "to go".
TO WIN (ganhar,vencer) - verbo no infinitivo >>>>>>>> WON - forma irregular de "to win".
Como eu identifico os verbos irregulares?
Lembram das tabelinhas pesquisadas nos dicionários e no final da apostila? Pois então: é através daquela tabela que os verbos irregulares mais utilizados estão disponíveis. E ali não tem outro jeito: é memorizar e utilizá-lo constantemente, pois aparecem com freqüência na língua inglesa.
Quer saber mais sobre verbos irregulares?
Abaixo uma série de sites que certamente irão ajudá-lo a assimilar melhor esses verbos.
http://www.iped.com.br/colegio/ingles/irreglares-verbs - lista dos verbos irregulares.
http://www.englisch-hilfen.de/en/exercises/verbs_cloze_6a.htm - um ótimo exercício para você se familiarizar com a tabela dos verbos irregulares.
http://www.cad.ntu-kpi.kiev.ua/~demch/friends/esl4rus/libr/quizzes/be/irregularverbs1r.htm - será que você consegue fazer 100% de acertos com esses verbos? Que tal tentar?
Escolha um dos links e tente fazer o exercícios, após a realização deixe um coméntario falando do seu desempenho.
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